Um futuro mais humano. O que o filme do Itaú pode nos dizer sobre isso?

Você é o futuro?  – esta é a pergunta de uma menina para um robô, no novo filme publicitário do Itaú, lançado no final de 2019. Mesmo, aparentemente, capaz de responder qualquer coisa, essa pergunta capciosa parece dar um bug na máquina, que começa a pensar o quanto os humanos são, na verdade, surpreendentes enquanto as máquinas conseguem calcular o que é previsível. 

Assista ao filme do Itaú: https://www.youtube.com/watch?v=ZFDflpXuiUA

Segundo Mark Williams, responsável pelo projeto People First, que utiliza um software que auxilia a produção humana, as máquinas podem até aprender a calcular impactos e dados, mas ainda não conseguem prever o comportamento humano com exatidão. Por isso, as emoções ainda precisarão da guia, do olhar das pessoas. 

Em tempos de inteligência artificial e convivência digital, cabe a nós, humanos, utilizarmos esses dados como base para gerar conversas e negócios. Até mesmo quando falamos de riscos, podemos afirmar que a expertise e o olhar da gestão de pessoas seguirá ativa, afinal, o tom de voz de um atendente de call center, por exemplo, pode ser bastante subjetivo para um robô.

Muitas empresas investem hoje na transformação digital como principal força, enquanto um pilar essencial, que pode ser considerado um step anterior ao digital, seria a transformação cultural. Definir os valores e a disseminação da cultura de uma empresa tem muito mais a ver com experiência de aprendizagem, refinamento e formação de pessoas que com máquinas. Aqui, a inovação até pode entrar como apoio, por exemplo, uma experiência com óculos de realidade virtual pode ser mais marcante que uma apostila. Mas o caminho, o conteúdo e a direção continuam sendo essencialmente pensadas para a troca humana. 

A Escola de Risco e Negócios acredita em um potencial transformador de experiências de aprendizagem, com base em tendências de mercado, comportamento e pessoas. Construímos narrativas conectadas com as regras e características do CORE business, atreladas à bagagem das empresas e suas experiências com seus clientes. E, vale sempre lembrar, empresas e clientes são sempre pessoas. 

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