Ser gestor de risco não é mais uma escolha: somos todos gestores de risco

Se entendemos que risco é a probabilidade de algo acontecer, fica claro que ele está presente em todos os processos de uma empresa. E, por este motivo, as corporações estão buscando definir e implantar culturas de risco, para facilitar a identificação e a gestão de possíveis crises.

Entre os principais riscos presentes no mundo corporativo e que, muitas vezes, são negligenciados pelas empresas, estão:

  • os operacionais
  • os financeiros
  • os socioambientais
  • e o risco reputacional ou de imagem.

Risco é comportamento
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Mas, ainda mais importante do que identificar os riscos, é a maneira como as corporações lidam com eles. Antes, havia uma tendência de delegar os riscos a áreas específicas, como compliance e auditoria. Hoje, enxergamos o risco de uma forma mais transversal e bem menos específica, entendendo que a sua gestão não é mais responsabilidade exclusiva de alguma área, mas sim de todos os colaboradores.

Com a descentralização da gestão do risco e a implantação de uma cultura de risco nas empresas, os colaboradores se tornam gestores, independente do conhecimento técnico e da área em que trabalham. E, se todos são gestores de risco, não existe hierarquia na crise. As empresas estão adotando esta postura e estimulando sua equipe, para que desenvolvam o protagonismo necessário para identificar os riscos e a autonomia e a segurança para procurar pessoas e/ou áreas envolvidas e tentar discutir, mitigar, minimizar ou assumi-los.

Cada vez mais fica evidente que o risco tem mais a ver com comportamento e cultura do que com algo técnico ou específico. Portanto, a gestão dos riscos depende menos de conhecimento técnico, mas sim de como você se comporta em relação a eles. 

Risco é cultura organizacional 

Uma empresa pode ter os melhores processos dentro da operação, mas sempre dependerá do comportamento humano para que eles funcionem corretamente e, consequentemente atenuem os riscos inerentes a qualquer atividade. Para isto,  é preciso ter uma cultura de risco, focada no comportamento, que previne, mitiga e assume os riscos. Esta cultura define os comportamentos esperados, de acordo com a cultura de risco da empresa e habilita os profissionais para a gestão de risco.

Treinamentos de consciência e gestão de riscos mitigam riscos

Após o trabalho de mapeamento dos riscos e da definição da cultura, as empresas devem capacitar seus colaboradores para a gestão do risco. O gerenciamento de riscos deve fazer parte da estratégia e ser considerado nos processos de cada setor ou departamento, por meio de um programa de educação efetivo. Treinamentos de consciência e gestão auxiliam no processo de conhecimento e mudança do comportamento das pessoas em relação ao risco.

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