A importância da gestão do risco operacional

Reduzir o risco operacional é a palavra de ordem para as empresas do setor de serviços financeiros. As principais instituições deste segmento estão investindo pesadamente em estruturas de gerenciamento do risco operacional como forma de se proteger de prejuízos financeiros e preservar suas reputações – sem as quais estas empresas não sobrevivem no mercado.

Mas o que é risco operacional? Em uma definição bem simples, risco operacional é o risco de perdas resultantes de falhas em processos e sistemas internos e/ou causadas por eventos externos à organização.

Significa que em cada operação existe um risco embutido e ele pode ser gerado tanto por fatores internos quanto por fatores externos. A pergunta é: como se prevenir? Bem, é aí que reside o desafio!

O primeiro passo para enfrentar esta questão é desenvolver um quadro de gestão do risco operacional – uma gestão sólida deste risco resultará em um levantamento mais específico de todos os riscos que envolvem a empresa, melhorando o nível de confiança em suas operações e levando todo o time a trabalhar com mais eficiência, em um ambiente mais estável e confiável.

Um treinamento voltado para a gestão do risco operacional deve abordar vários pontos relevantes:

  • Definição de estratégias de controle preventivo, para identificar, monitorar e controlar as áreas mais expostas a risco;
  • Definição dos limites de risco operacional, avaliando a cultura de risco da empresa e o “apetite” existente por risco;
  • Avaliação dos riscos e os impactos potenciais que podem causar nas operações e na eficiência de cada departamento;
  • Criação de uma estrutura de gestão de informação, para promover a conscientização do risco e a troca de dados entre departamentos – a transparência na comunicacao é uma excelente ferramenta para reduzir a exposição ao risco;
  • Desenvolvimento de uma governança corporativa capaz de estruturar a gestão do risco de forma a conter danos em caso de exposição em demasia;
  • Capacitação para detecção e controle sobre potenciais fraudes e manipulações dentro do sistema e também fora do controle interno (riscos provenientes de parceiros estratégicos e fornecedores, por exemplo);

Vale a pena lembrar que a gestão do risco operacional é vital para os resultados financeiros de uma operação, mas este trabalho também é muito relevante para a imagem e a credibilidade de uma instituição. Invista no treinamento de seus colaboradores para reduzir sua exposição e para garantir que os riscos sejam transformados em oportunidades!

Por Diogo Aguiar
Diretor Executivo, da Escola de Risco.

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