10 Motivos para Investir em Programas de Capacitação

  1. Pensar em programas de capacitação em cobrança como ferramenta estratégica é uma tendência. Considere a transformação do mercado de cobrança nos últimos anos. A demanda por profissionais mais capacitados aumentou e a oferta deste ativo intelectual em todos os níveis de atuação, como, operação, supervisão e gerência está escassa.
  2. Reveja os investimentos. A realidade é que as exigências do mercado e do consumidor cresceram muito, e o cuidado, a inovação e o investimento em cobrança acabaram direcionados mais à tecnologia do que em recursos humanos. Grandes parques tecnológicos estão à disposição dos gestores, mas qual a ação que realmente traz o resultado e o aumento da recuperação?
  3. Estudos da área mostram que uma equipe de operadores de cobrança pode produzir em média de 8% a 10% mais, quando passam por programas de capacitação contínuos.
  4. Utilize o modelo certo. Invista em programas com base em modelos pedagógicos como Construtivismo e Andragogia (Aprendizagem do Adulto). Não basta a construção técnica do conteúdo, um programa é assertivo quando é amparado por teorias de aprendizagem.
  5. Não sai caro. Economize utilizando a tecnologia. Apesar dos programas de capacitação presenciais serem os mais usuais, o mercado de recuperação de crédito, ainda pode utilizar ferramentas de e-learning, treinamentos via web, que desenvolvidos em modelos pedagógicos construtivistas permitirão a criação de um ambiente de aprendizagem permanente, mais econômico, disponível a toda força de trabalho e caracterizado pelo relacionamento pessoal.
  6. O papel dos funcionários terceirizados, que são o ponto de relacionamento entre a sua organização e seu cliente, está sendo revisto. Espera-se que o operador de cobrança atue como um educador financeiro, um especialista capaz de adaptar-se à linguagem de diferentes culturas, perfis e produtos.
  7. Comece a considerar o treinamento como uma alavanca de produção e não mais como uma “gratificação”. Toda a cadeia de valor deve ser contemplada no planejamento, multiplicando conhecimento e formando profissionais especializados.
  8. Planejamento contínuo em capacitação gera fidelização dos funcionários e consequentemente redução de rotatividade (turn over).
  9. Mensurar o resultado, sempre.  Não basta capacitar. É preciso medir e mostrar para os acionistas que o treinamento gera resultado, e muito. Definir indicadores de produção e eficiência que serão isolados na fase de pré-treinamento e monitorados na fase pós-treinamento, para o cálculo do ROI (Retorno sobre Investimento).
  10. Cuide do seu capital humano, recurso de ilimitado potencial, difícil e caro de ser substituído.

 

Por Fernanda Goeldner
Diretora Executiva na Escola de Risco
escoladerisco.com.br

Comentários
  • Luis Farjo
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    Excelente artigo. Oportuno e esclarecedor para o momento que o mercado de crédito está vivendo.

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